domingo, 28 de fevereiro de 2010

16mm



As vezes que ele passava pelo cais e via os barcos, as gaivotas, os turistas, pensava: "tanta água..."

A ponte ligava o túneo-cheiro-de-fumaça e parece que tudo ficava sob o que boiava, e que as águas explicavam tudo.

De um lado mar, gelado, do outro, rio, frio.

E os corpos que pareciam próximos eram todos no fundo, sem fundo, num vácuo profundo.

Restava a beleza do menino que imitava criança má, que consertava tudo e mantinha-nos confortável.

Salvava alguns pequenos grandes artistas e lograva a presença dos seus.

Porque atualmente enforcado, fingia de besta e de bobo que hoje namora, para continuar a dançar e produzir imagens.

Inexplicável.

Uma vez que aproveita o que caiu em seu colo, pelo fato de ter ido em busca.

Vez em quando chora muitíssimo e exprimi alegria por ter mãe.

Mas sabe que ainda não cresceu. Mudou, mas grande todavia no és.

Precisa do básico e tem o mundo.

2 comentários:

Saco Fixe disse...

Vamos escrever em conjunto...
eu pergunto: Hebert oq vc sentiu?
Hebert diz: aii! não sei. (aí tem aquela coisa... ele está falando dele!
Is_a_Hell diz: amigo! Já é minha vez?
Hé diz: ai, nào sei, acho q jantei muito. E tomei muita água tbm...
Napolina diz: e sábado? como foi lá?
He diz: ai ficamos lá mergulhando....


Tu, o momento é DIGA NÃO A SUPERFÍCIE.


(ou seja, mergulhe... Petrobrás - exploração em aguas profundas- está aceitando curriculos)

Outra coisa mto pertinente amor, VAMOS TE MANDAR MILTON NASCIMENTO E BELMONTE.


^^ com amor,

Isabel

Saco Fixe disse...

porém BELMONDO. ;)